segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Motivação












Eu vou plantar mil pés de sorte
Em milhares de hectáres de fé
Pois a estrada me avisou, via sábias poeiras
Que insatisfação não colhe nada
Em terra hostil fruto não dá



Eu vou brotar mil pés de foco
Em milhares de hectares de vontade
Pois a estrada me avisou, via sábias poeiras
Sem direção não chego a nada
Em descaminho fruto não dá



Eu vou regar mil pés de força
Em milhares de hectares de garra
Pois a estrada me avisou, via sábias poeiras
Que o esforço é aliado
É terra fértil e fruto dá

Eu vou traçando meu caminho
Em milhares de hectares de mundo
Pois a estrada me avisou, via sábias poeiras
Que a minha trilha é o tesouro
Mais bonito de explorar.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Partes



Grito aqui
Meus pedaços de saudade
Meus rompantes de vaidade
Meus amores de verdade

Grito aqui
Minha literalidade
Meus desejos e vontades
Da soberba à humildade

Fico assim
Do silêncios aos alardes
Da locura a sanidade
Por isso em partes
Que eu transpiro aqui....
Partes

domingo, 17 de outubro de 2010

Eterna criança




Eterna sua criança
Éter na sua criança
É terna sua criança.
Cultive-a
Pois a paz reina na maldade natural das nossas.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tarde




Pois pra nós, o tarde só a tarde
Pois pra nós, o tarde é mais tardar.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Eu Cárcere




Quando não se inspira inspiração, não se respira poesia
Quando meu coração congestiona e fica peregrino nas vias das dezoito e trinta
Atado em nós, queimo nas chamas e caio nas cinzas da poesia Fênix
E peço em berros ao Garçon, um prato d'arte a lacarte
E divido aos muitos, assim....
Democrático....Como o apreciar da lua
Me desidrato então....
E bebo
Goles d'agua gelada
E ardo
No engolir do Halls preto
E acordo
Meio a ditos dorminhocos
E broto
Num pensar-soneto
E grito....
Livre é o poema.



domingo, 9 de maio de 2010

Só se sabe só




Ele só quis por uma vez mais, só por mais uma
Mas o preço da dor não se paga, talvez apaga

Então pega emprestado do peito, um pouco de força
E o eterniza em seu gesto solidão

Vaga pelas ruas, bambeando em desespero
Recosta na praça, solitário em seu eu

Conversa com si mesmo, se auto interpreta e chega a uma conclusão
Quem nunca ficou só, nunca se encontrou

Então paira sozinho e reflete ao som do quebrar de cada onda
E olha para si, como se mar fosse, que quanto mais distante olhamos, maior fica

Vai descobrindo nas artérias o quanto se conhece
E o quanto desconhece seus sentimentos e até seus meros gestos

Se saborea lento, migalha por migalha, com um copo de saliva
E ingeri sorrindo, sem mastigar, pedaços de si, partes de mim

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Aniversariando



Um ano de TCTV!!!! Parabéns!